Ir ao local de votação com uma criança não garante entrada automática na cabine; a regra geral exige que o voto seja feito sozinho para manter o sigilo.O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco reforçou que, embora as normas de 2026 não proíbam nem autorizem explicitamente a presença de bebês na cabine, a decisão cabe ao presidente da mesa receptora.Caso a criança seja autorizada a acompanhar, ela não pode digitar os números nem confirmar o voto; o registro permanece pessoal e protegido.Para evitar dúvidas, o responsável deve conversar com os mesários antes de chegar à urna e seguir as orientações da seção.