Ministro Edson Fachin, presidente do STF e do CNJ, interrompeu o desembargador Evandro Reimão dos Reis em sessão do CNJ no dia 20 de outubro, quando este tentou se pronunciar sem autorização.Fachin afirmou que Reimão, como magistrado, deve aguardar ordem de falar; o desembargador insistiu em explicar, mas foi novamente interrompido.O processo investigou irregularidades no gabinete de Reimão, conflitos com colegas e alegações de assédio moral, mas o CNJ concluiu que não havia provas suficientes para as acusações.Embora o tribunal tenha fixado punição de 120 dias de disponibilidade, o prazo já expirou, permitindo o retorno imediato do desembargador, que estava afastado desde fevereiro de 2024.A autoridade também rejeitou acusações de residência irregular e descartou investigações sobre procedimentos em aeroportos devido ao prazo excedido.