Na noite de domingo, o ministro Alexandre de Moraes decretou que Flávio Bolsonaro não poderia sair do país e bloqueou o envio de seus passaportes, além de proibir qualquer contato com o advogado Willer Tomaz. A medida foi reforçada no dia seguinte, quando o Supremo Tribunal Federal ordenou a entrega dos documentos do senador, levando ao bloqueio de até R$ 6 bilhões sob suspeita de lavagem de dinheiro. Entre as empresas do advogado, o bloqueio se estendeu a outras entidades investigadas por apuração de apostas ilegais. Em meio ao caos, fontes do portal argentino Infobae afirmaram que o senador cruzou a fronteira por Foz do Iguaçu e embarcou em um jato rumo aos Estados‑Unidos, embora a Argentina negue a sua entrada. No entanto, o paradeiro de Flávio permanece desconhecido, gerando especulações em todo o país.