Flávio Bolsonaro, do PL, disse que abriria os sigilos bancário e telefônico apenas se o ex‑assessor de Lula, Marco Aurélio Ribeiro, abrir os seus.O candidato criticou o presidente, chamando‑o de "maior corrupto da história", e se manifestou contra o aborto em seu último ato de campanha em Guarulhos.Na mesma ocasião, o governador Tarcísio de Freitas e outros aliados políticos participaram do evento, que contou com apoio de um público evangélico e a presença de vários senadores e deputados.Flávio está investigado por corrupção e lavagem de dinheiro no STF, enquanto o pedido de Lula de abrir seus sigilos já foi protocolado no TSE.