No cenário da eleição presidencial de 2026, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apresentam planos que não definem quantos concursos públicos serão abertos, mas delineiam estratégias diferentes para a administração federal. Lula defende a continuidade e valorização do funcionalismo, mantendo e ampliando o Concurso Público Nacional Unificado (CNU), reforçando negociações coletivas, políticas de cotas e capacitação de servidores. Já Flávio propõe uma reforma administrativa focada em eficiência, com corte de ministérios, redução de cargos comissionados, profissionalização da gestão e modernização das carreiras públicas, mantendo concursos conforme demandas de cada órgão.A proposta de Lula inclui a manutenção do CNU para garantir a reposição e expansão de vagas em áreas essenciais como saúde, educação e combate ao desmatamento, enquanto Flávio assegura que concursos continuem, porém, orientados por estudos técnicos e metas de eficiência. Ambos os candidatos ressaltam a necessidade de recursos orçamentários e decisões governamentais para a efetivação de novos concursos.A ausência de metas específicas torna impossível prever quantas vagas serão criadas nos próximos anos, sendo a decisão final dependente das necessidades de pessoal e da disponibilidade de orçamento federal.