O WhatsApp se tornou um dos principais espaços de mobilização no segundo turno das eleições presidenciais, com o canal ‘Exército do Lula’, liderado pelo deputado André Janones, ultrapassando 7,7 milhões de seguidores, enquanto a ‘Tropa do Flávio’, criado por Nikolas Ferreira, conta com cerca de 2 milhões. Ambos os grupos, embora não oficiais, enviam ‘missões’ que incentivam a disseminação de conteúdos e o contato direto com eleitores.A disputa judicial se intensificou quando o ministro do TSE, Kássio Nunes Marques, suspendeu o ‘Exército do Lula’ por alegação de disseminação de desinformação. O canal foi restabelecido após o registro exigido, mas a tensão permanece, sobretudo com a proposta de desativar canais com mais de 200 mil seguidores nas 48 horas anteriores ao segundo turno.Especialistas afirmam que o número de inscritos não reflete a influência real, destacando a necessidade de medir o engajamento e a circulação de mensagens em outras plataformas. Janones tem direcionado seus seguidores para o Instagram, enquanto a campanha de Flávio ainda busca construir uma base digital equivalente.